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segunda-feira, dezembro 20, 2010

quase tudo


















afirma o tantra
o quase nos acalanta
que de tentar mudo
o silêncio canta

que mesmo infindo
sentimento segue calado
há o porvir da letra
do ínfimo legado

Um comentário:

Analuka disse...

Ótimo teu blog! Aprecio especialmente as tuas poesias mais leves, aquelas que, apesar do tocarem na carne e nas profundidades, transportam uma aflição mais alada...
Tens uma destreza incomun no manejo das letras e palavras, parabéns!

Abraços alados alizarin.