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quinta-feira, janeiro 20, 2011

despiste

























não tentei me achar
e várias vezes me perdi
de tantas formas
que por acaso
descobri fórmulas
de me esconder

não há estrada amarela
com tijolos de ouro
para marcar caminhos
e sigo nômade
com sapatos vermelhos
e quando me achar
volto para casa

Um comentário:

Analuka disse...

Às vezes (quase sempre!), a viagem, com suas procuras e perdas, é infinda... Nômades e errantes, vagamos por dentro e fora de nós, pelos labirintos do mundo, levados por ânsia ou desejo... de encontrar, de perder, de sentir...

Beijos alados, Larissa.