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domingo, agosto 20, 2006

Sou poeta ruim
Da boca amarga
Cheia de pigarro
Não me comparem
Não sou Navarro
Tenho a boca suja
Não tenho pudores
Escrevo escárnio
Não amores
Que se danem
Cecílias e Coras
Qualquer escória
Quero e sou mais eu
Que se danem todos
Que se dane seu deus
Sou ateu.
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Convido você leitor, para que visite meu blog de prosa:
http://www.calamidadevisceral.blogspot.com/

12 comentários:

Mary disse...

Uau!

Adorei isso!

Beijos! :)

Claudio Eugenio Luz disse...

Quando a gente rompe os ditames é porque a gente quer caminhar com os próprios pés. Excelente poema!!!!

hábeijos

Isac disse...

Nossa... poema forte... um grito libertário... coisa de espírito mesmo!!!

Abraçu du Isac!!!

Alexandre disse...

...e que tudo mais vá para o inferno! Esse é um grito de liberdade.

Fernando Couto. disse...

é tao facil gritar quando se nao tem nada a dizer.


beijos, saudades.

Joana Corrêa disse...

espírito livre.
gostei.
bjs.

brasil disse...

Na hora certa
é sempre bom:

Chutar o balde
gritar um palavrão
fazer um gesto obsceno
com os dedos e com a mão

rubo jünger medina disse...

Forte, muito forte mesmo!
Abraços, Larissa!

Tiago disse...

não tenho pretensão de ser poeta, meu desejo é ser poema.

Tiago disse...

não tenho pretensão de ser poeta, meu desejo é ser poema.

Leandro Jardim disse...

Larissa, e suas porradas bem dadas!

Múcio Góes disse...

um soco, com um girassol na outra mão!

belo.
[]´s