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sexta-feira, setembro 22, 2006

Sou realista
Doce argumento
Para enxergar a vida amarga
A realidade das roseiras
São os espinhos
Enquanto as rosas não desbrocham
E mesmo em fina flor
Ainda estão lá as lanças
Rosas são minoria
Belas como a felicidade
E duram tanto quanto
Já os espinhos
Ai os espinhos
São farpas agudas
Em meu peito abtuso
Enquanto roseira
Espinhos.
Agradecimentos especiais ao fotógrafo Alexandre Costa, autor da fotografia
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7 comentários:

Dee disse...

"Sou realista
Doce argumento
Para enxergar a vida amarga..."

Ah, este trecho fala mais que mil palavras...
Adorei seus posts!

André Lasak disse...

Agradeço a visita ao Quimera Ufana! Volte sempre que quiser pra tomar um cafezinho, viu?

Gostei daqui. Vou "favoritar".

Beijo

Edilson Pantoja disse...

Inspiradíssimo!

Alexandre Costa disse...

Belíssima poesia Larissa. Assim é a vida:bela e devoradora!

Claudio Eugenio Luz disse...

Cada vez mais proxima, penso, de Clarice Lispector.

hábeijos

Mary disse...

Lindo poema, Larissa!

Adorei!

Os espinhos nos trazem o amargo da vida nas pontas dos dedos...

Beijos!

Cecilia Cunha disse...

Gostei da sua escrita!
Belo poema.