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quinta-feira, outubro 12, 2006


A fumaça já faz parte da rotina
E o homem que tudo destrói
Homem criador de deuses
Sente-se sufocado
Não pelo apenas pelo ar que respira
Mas por suas criações esquecidas
Que dançam em seus pensamentos
Que congelam seu coração
Talvez de sua sacada
Depare-se com suas criaturas
Fábricas engolindo gente
E cuspindo pedras de carvão,
Cimento, poeira e alcatrão...
Talvez se orgulhe de si
E de seus filhos,
Que como ele,
Engolem sua parte gente
E cospem pedras, palavras duras,
Carvão, palavras negras,
Cimento, palavras incolores,
Poeira, palavras vãs,
E alcatrão, palavras amargas,
E venais.


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Convido você leitor, para que visite meu blog:
http://dialeticadofrenesi.blogspot.com/

7 comentários:

Nanna disse...

Forte e real...

Beijinhos...
:)

André Lasak disse...

Nós somos realmente vírus mortais, não é?

O Homem é o câncer da Terra.


Beijão!

Anônimo disse...

O homem fabrica em silêncio sua própria destruição, deita-se e dorme, mas um dia não acordará mais!!!

Claudio Eugenio Luz disse...

E ainda tem gente que acredita nessa marcha para o futuro.Terrivel!!


hábeijos

Fernando C. disse...

me identifiquei com o final.

um beijo molhadinho.

Aerodrama disse...

Bela é a humanidade que possue em seu todo duas grandes divindades, caos e ordem.

Seus escritos como sempre me inspiram a continuar escrevendo, a buscar mais para se mostrar e mais para se destruir.

Um grande abraço,
Aerodrama.

Vera almeida disse...

Porque o homem sempre mata o humano que existe dentro de si?
Adorei!