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domingo, março 12, 2006

Indomável

Minha alma transpirava estrelas
Procurei, mas não pude vê-las,
Estava de olhos fechados a te sentir
Ainda sim podia senti-lo sorrir
Dentro de mim.
Um vulgo jardim se formava
Enquanto estava despetalada
Em teu leito ferido
Indomável
Como uma onda de luxúria
Como um vulcão entre minhas pernas
Como um vendaval de sentidos
Enchia-me teu negro noturno
E com astros luminosos
Imperadores, incandescentes,
Que nos faziam átomos
Na conjugação de verbos imperfeitos.

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3 comentários:

Alessandra Espínola disse...

Ave Maria!!! Um vulcão, e é mesmo indomável essa poetisa!! Beijos alegres!!!

Peixão disse...

viver é um verbo que se conjugar ao lado do sentir... assim começa a busca pelo bom da vida... um grande beijo, Peixão89

Claudio Eugenio Luz disse...

Nas profundes do universo ou dentro de nós mesmos há semelhança e união.

hábeijos

claudio