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segunda-feira, março 20, 2006

Vou vomitar meu mundo podre
Sobre suas caixinhas de música
Quero que morra,
Você e suas rimas baratas
Suas falsas poesias de amor
Seus sonhos estilizados
Caros, como vinho de quinta.
Não quero referências suas
Quero estar totalmente nua
Quando o mundo me olhar
Não quero suas condolências
Nem suas decência
Dê-me seu desprezo
E aliviará minha dor
Minha ânsia.
Por hora,
Vou quebrar seu mundo de cristal
E depois te dizer
Aí, foi mal.
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7 comentários:

Edilson Pantoja disse...

Oi, Larissa!

Que força!, não? Uma força que não sacrifica a beleza. Pelo contrário, é belo assim, forte!
Obrigado pelo comentário no Albergue!
Abtaços de Belém!

Claudio Eugenio Luz disse...

Observações sobre a arte da paixão são como rastros em nossos corações.

hábeijos

claudio

Larissa Marques disse...

Fiz o poema para minha mãe...Beijos!

Rubens da Cunha disse...

Obrigado pela visita,
por aqui, vida longa a nossa capacidade de revoltar-se, de dar uns berros por aí.
abraços
rubens

Antônio Alves disse...

É um poema antitético. Vê-se claramente duas formas de vida diferentes, há um choque entre o silêncio e o grito, entre o moral e o amoral. Enquanto um insiste em um amor maçante, o outro alimenta um sádico desprezo. Concluí-se: é uma relação sadomasoquista.

Márcio Bezerra disse...

As vezes tenho esse sentimento com o poeta que me persegue e me expropria, com meus amigos, com certas mulheres, com o mundo, e essa foi a melhor maneira que já vi de evidenciá-lo, ótimo poema, gostei mesmo, abraços, teu link tá lá, beijoss...

claudio célio rodrigues disse...

que raiva, heim! Adoro essa poesia que grita, esbraveja, esmurra o mundo, escarra e vomita indecencias e verdades.
beijos