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quarta-feira, maio 17, 2006


E o que tinha de ti despedaçou-se
Como rosa murcha
Que solta suas pétalas
Que se vão ao vento
Nem se quer se lembram
Que foram rosa, um dia...
E poderia ter segurado,
Antes que se despedaçasse,
E guardado essa rosa dentro de um livro
Mas esse é o curso das coisas,
Não se pode deter a força do mundo...
Poderia ter pedido para que ficasse,
Mas já não queria tanto assim.
Mas a agonia de ver tudo desmoronar
Foi inevitável.
Poderia ter chorado,
Mas nenhuma lágrima veio
Só nos restou o adeus
E aquela vontade imensa de liberdade...
Para que outras rosas possam brotar.
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Convido você leitor, para que visite meu blog de prosa:

5 comentários:

croqui disse...

"Não se pode deter a força do mundo..."

Lindo como sempre!

Bill disse...

Ola...

Desculpe o sumiço...

Olha... O que posso dizer estou em um momento da minha vida que esse poema diz tudo... Cada sentimento, cada tristeza...


“Das cinzas que sobraram, nem mesmo marcas deixo, são levadas com a brisa da tarde, as mesmas tardes que me lembravam você... Hoje, nem me lembro de ti, pois ate de mim me esqueci..”

Obrigado por partilhar suas lindas palavras conosco.

Se cuida

:***

Alexandre disse...

Demorou um pouco mas você voltou. Que bom!!!!!

Claudio Eugenio Luz disse...

Ao vento, as paixões; como o vento.

hábeijos

Rubo Jünger Medina disse...

O rompimento, o alívio, a chance de novas rosas brotarem... É o curso da vida.
Beijos, Larissa.