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sexta-feira, fevereiro 24, 2006


Estou cansada de tudo
Inclusive de mim
Se pudesse arrancar-me
Embolar-me,
E jogar-me na lixeira mais próxima
Eu o faria,
Risos,
Mas não posso
Não há lixeira
grande o bastante
Para a porcaria
Do século vinte.
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5 comentários:

Anderson Alcântara disse...

Minha impaciente menina, que poema desabafo hein?! E que definição final! Você tem uma maneira de falar que ultrapassa a sinceridade, já caminha nos jardins da honestidade literária. Muito bom.

Vincent Benedicto disse...

Espero que já esteja descansada e não tenha se jogado em alguma lixeira por aí! Beijos!

Lina disse...

Epa! Que fase ruim...Calma, é só uma fase uma espécie de TPM cerebral! "Amanhã vai ser outro dia" Um grande beijo!

Fernando Terra disse...

Olá Larissa,tudo bem?!!Hoje estou com a mesma vontade que você. Receio,porém, não encontrar uma lixeira tão grande.Mas se você souber de alguma, não se esqueça de mim. Rsss!!!! Beijos e até mais........ Espero que amanhã as coisas melhorem!!!!!!!!!!!!

Ramiro Luiz Barbosa disse...

um poema meu reflete o que dizes vou sentar e meditar uma transcendencia sem fim só vou voltar se eu sentir muitas saudades de mim.