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segunda-feira, fevereiro 06, 2006


Faça uma prece
Para pedir o que quer
Para ter o que precisa
Para proteger seu filho.
Mas pergunte para um homem velho
Por que não consegue dormir a noite
Tenha coragem de sair de linha
Jogue-se na vida,
Ou deixe seu coração na “Terra do Nunca”
Onde não vai crescer
Onde não vai sofrer
E não se olhe no espelho
Para o tempo não te alcançar.
Mas se olhar não fite seus olhos
Que poderá ver tudo que odeia.
Odeie-me, odeie-me.
Sou a sua realidade.
Faça uma prece
Para um suposto “Deus”
Afastar te desse cálice,
Mas se não te afastar
Olhe-se no espelho
E verá que eu sou você
Sou sofrimento, sou a dor,
Sou a guerra, sou o ódio,
Sou você.
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3 comentários:

Victoria Magna disse...

É isso aí!Ainda bem que eu SOU EU, Tenho Cofiança na minha Mente! Quem não confia em si mesmo, naturalmente viverá com medo eternamente! Parabéns pelo texto-poema! Sucesso sempre!

Maurélio Machado disse...

Larissa,preces são nescessárias, como um bálsamo espiritual.Vou fazer uma para me conduzir a Terra do nunca. Lindo,e tudo que dizes e escreves. Bjss poetisa princesa!

Túlio Henrique Pereira disse...

Seu texto é bem redondo, e não tem aquela imposição tendenciosa sobre religião... ele fala de crença, acreditar, nem que seja em si mesmo, mas precisamos acreditar. E vejo mais, ele nos aponta a possibilidade de não acreditarmos, ou seja, se não quisermos nada! Abraços!